CiênciaQuímica - Efeito Estufa - Chuva Ácida - Cama de Ozônio

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QUÍMICA & MEIO AMBIENTE
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Camada de Ozônio

Efeito Estufa

 

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Chuva Ácida


A CAMADA DE OZÔNIO - (voltar ao topo)

BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO

 O ozônio é um gás rarefeito cujas moléculas são formadas por três átomos de oxigênio. Concentra-se nas camadas superiores da atmosfera, a 15 km da superfície, e forma uma espécie de escudo, com cerca de 30 km de espessura, que protege o planeta dos raios ultravioleta do Sol.

O ozônio é formado na linha do Equador, pois neste ponto a incidência dos raios solares na atmosfera é mais efetiva, ou seja, os raios ultravioletas do sol incidem sobre as moléculas de oxigênio em um ângulo favorável à transformação do oxigênio (O2) em ozônio (O3).

O primeiro alerta sobre a redução da camada de ozônio é dado pela Nasa, a partir de estudos feitos entre 1979 e 1986: o escudo vem perdendo espessura e apresenta um buraco de 31 milhões de km² sobre a Antártida, área equivalente a 15% da superfície terrestre. Em fevereiro de 1992, a Nasa identifica um segundo buraco, desta vez sobre o Pólo Norte, chegando às regiões próximas ao Círculo Polar Ártico. A redução da camada de ozônio aumenta a exposição aos raios ultravioletas do Sol. Está associada ao crescimento dos casos de câncer de pele e de doenças oculares, como a catarata. Para os cientistas, o buraco existente na Antártida atrasa a chegada da primavera na região e provoca quebras na cadeia alimentar da fauna local. Pode contribuir para aumentar a temperatura e acelerar o degelo das calotas polares.

Cloro destruidor – Em 1987 os cientistas identificam o cloro presente nos compostos de clorofluorcarbono (CFC) como um dos poluentes responsáveis pela redução da camada de ozônio. O CFC é usado como propelente em vários tipos de sprays, em motores de aviões, circuitos de refrigeração, espuma de plástico, formas e bandejas de plástico poroso, chips de computadores e solventes utilizados pela indústria eletrônica. Com uma vida útil de 75 anos, combina-se com o oxigênio, decompõe as moléculas de ozônio e forma o gás cloro. Os maiores produtores e consumidores de CFC vivem no hemisfério norte. Os países desenvolvidos fabricam, em média, 1 kg de CFC por pessoa ao ano. Em 1987 representantes de 57 países reunidos no Canadá assinam o Protocolo de Montreal, comprometendo-se a reduzir a produção de CFC pela metade até 1999. Em junho de 1990, o acordo é ratificado pela ONU (Organização das Nações Unidas). Ele determina o fim gradativo da produção de CFC até 2010. Mais de 90 nações aderem ao acordo, inclusive o Brasil.

Formação do buraco – Apesar da emissão de CFC ser maior no hemisfério norte, é sobre o Pólo Sul que surge o primeiro e mais extenso buraco na camada de ozônio. Isso acontece devido à circulação das massas de ar na atmosfera. Elas circulam em camadas sobrepostas – vão dos pólos para o Equador em baixa altitude e retornam do Equador aos pólos em altitudes mais elevadas – e são capazes de levar os poluentes a milhares de quilômetros de distância de seu local de origem. No inverno antártico, de abril a agosto, a região permanece no escuro e os ventos carregados de poluentes giram em círculos, atraindo massas de ar de outras partes da Terra. Em setembro e outubro, a luz do Sol retorna à região e estimula as reações químicas que destroem o ozônio. Forma-se o buraco. Em novembro, o ar que chega de outras regiões permite uma recomposição parcial do escudo de ozônio. O buraco diminui de tamanho, mas não fecha completamente.

Contaminação das águas

A maior parte da superfície da Terra, 70%, é coberta pela água dos oceanos. O ciclo da água na natureza é indispensável à vida e sua maior ou menor abundância é determinante para a configuração dos ecossistemas. As águas também são o destino final de quase toda a poluição do meio ambiente. Tudo o que é jogado em ralos de pias, em bueiros, privadas ou mesmo nos quintais, acaba interferindo no ciclo natural da água. A maior parte dos poluentes da atmosfera reage com o vapor de água na atmosfera e volta à superfície sob a forma de chuvas. Nas cidades e nas regiões agrícolas, substâncias tóxicas não-biodegradáveis são lançadas sem tratamento em córregos, lagos, rios e mares. Quando jogadas no solo ou enterradas no subsolo, atingem e contaminam os lençóis subterrâneos.

PROCESSO DE FORMAÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO – REAÇÕES

(1)          O2   +   raios ultravioletas   à  O*  +  O*

 

Formação do ozônio

( 2)          O*  +  O2  +  M  à  O3  +  M*

(3)            3  +  raios ultraviletas à  O2   +   O*

O ozônio é transformado novamente em O2. Isso é que mantém a concentração do ozônio a nível constante.

(4)              O*  +  O*     +    M   à O2   +   M*

ou

(5)              O*   +  O3  à  O2   +   O2

 REAÇÕES DE ATAQUE À CAMADA DE OZÔNIO

(6)              F3C:Cl   +  raios ultravioletas   à  F3C*   +   Cl*

Seguidamente ocorrem as reações 6, 7 e 8 – consumindo o ozônio.

 

(7)             Cl*  +  O3  à  ClO  +  O2

(8)              ClO   +   O*   à  Cl*  +  O2

 

EXPLICAÇÕES COMPLEMENTARES

A letra M está sendo utilizada na demonstração da reação para representar uma molécula de O2 ou N2 .
Quando aparece M* significa que as moléculas utilizadas como M, estão excitadas pelo choque provocado do O3 formado com M.

A letra O* significa um átomo de oxigênio com um elétron livre.

 

Detalhamento

(1)          O2   +   raios ultravioletas   a  O*  +  O*

(2)          O*  +  O2  +  M  a  O3  +  M*

(3)            O­3  +  raios ultravioletas a  O2   +   O*

(4)              O*  +  O*     +    M   a O2   +   M*

ou

(5)              O*   +  O3  a  O2   +   O2

 

Veja, em (2) o O* choca com o O2 e combina-se com ele formando O3 através da ligação O-O2 libertando energia. O que acontece com a energia libertada na formação desta ligação? Bem, para que a molécula não se quebre a energia libertada é transferida a uma outra partícula que chamamos aqui de M, que também está presente na atmosfera. M recebe esta energia e a dissipa na forma de energia cinética (movimento) gerando calor. Representamos esta partícula carregada de energia de M*.


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O efeito estufa é um fenômeno que sempre existiu e sempre foi um regulador da temperatura da terra. Sem o efeito estufa com certeza as temperaturas médias da Terra seriam muito baixas e dificultaria a existência de muitas formas de vida. Porém, o efeito estufa tem se tornado cada vez mais intenso devido à poluição ambiental provocado pelo homem, através da queima de combustíveis fósseis como derivados de petróleo, carvão e pela queima de matérias orgânicas como madeiras, vegetais e etc. Este efeito estufa indesejável, tem alterado consideravelmente a temperatura do globo. O efeito estufa consiste na retenção de calor por gases como o dióxido de carbono, metano, CFCs e outros. Sendo o principal responsável pelo efeito estufa o dióxido de carbono. Como funciona:

 

1) Os raios solares atingem a Terra;

2) Parte dos raios refletem na atmosfera (camada mais superior - estratosfera) e retornam para o espaço;

3) Parte dos raios atingem a crosta terrestre (atingem o solo, rios, mares, casas, árvores e etc.);

4) Estes raios aquecem a matéria do solo, rios, mares, casas e etc. e são convertidos em calor pela vibração dos átomos e moléculas;

5) Estes átomos e moléculas aquecidos, emitem raios infravermelhos, os quais não enxergamos;

6) Estes raios infravermelhos não conseguem sair da Terra para o espaço, porque os gases de efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono, impedem sua passagem;

7) Sendo assim quanto mais dióxido de carbono na atmosfera mais calor fica retido e a Terra fica mais quente.

 

Para exemplificar, imagine um automóvel estacionado ao sol. O que acontece?

Bem, você sabe! Ele fica quente, e muito mais quente por dentro, com todas as janelas e portas fechadas.

Isso é como o efeito estufa.

Imagine que os vidros do carro são os gases de efeito estufa, o dióxido de carbono por exemplo. O sol passa por eles, aquece os bancos do carro, o  volante, o painel e etc. Estes ficam aquecidos e o calor não tem para onde sair, pois as portas e janelas estão fechadas. Assim a temperatura dentro do carro aumenta.

A principal conseqüência do efeito estufa, sem dúvida é o aumento da temperatura do globo, causando o degelo das calotas polares. Isso poderá provocar aumento do nível do mar e inundações em regiões litorâneas. Além disso, afeta o clima provocando deslocamentos de ar, como o El Ninho, modificação das estações climáticas e outros.

A CHUVA ÁCIDA - ((voltar ao topo))

O que é chuva ácida ? Chuva ácida refere-se à deposição úmida de constituintes ácidos, os quais dissolvem-se nas nuvens e nas gotas de chuva para formar uma solução com pH inferior a 5,6. Apesar do termo chuva ácida ter-se generalizado para abranger também a deposição seca de poluentes ácidos gasosos e particulados, a tendência atual é usar a expressão "deposição ácida" para incluir ambas as formas de deposição, ficando o termo chuva ácida realmente limitado à deposição úmida dos compostos ácidos.

A água de chuva já é naturalmente ácida ?

Sim. O gás carbônico (CO2) atmosférico dissolve-se nas nuvens e na chuva para formar um ácido fraco: o ácido carbônico (H2CO3). Este ácido confere à chuva um pH de 5,6. Este valor de pH, resultante da contribuição de um gás naturalmente presente na atmosfera, indica que a água de chuva já é levemente ácida. Entretanto, valores de pH inferiores a 5,6 indicam frequentemente que a chuva encontra-se poluída com ácidos fortes como o ácido sulfúrico (H2SO4) e o ácido nítrico (HNO3) e, eventualmente, com outros tipos de ácidos como o clorídrico (HCl) e os ácidos orgânicos.

O que causa a deposição ácida ?

A deposição ácida é causada principalmente pelas emissões de dióxido de enxofre (SO2) e dos óxidos de nitrogênio (NOx = NO e NO2), já que estes gases são as espécies formadoras de ácidos fortes mais frequentemente emitidas pela atividade antropogênica. Estes poluentes primários do ar são gerados pela queima de combustíveis fósseis - petróleo e carvão mineral - em veículos e indústrias, notadamente nas usinas termelétricas, refinarias de petróleo e indústrias siderúrgicas e, ainda, no processo de fabricação de ácido sulfúrico, ácido nítrico, celulose, fertilizantes e na metalurgia dos minerais não metálicos, entre outros. Uma vez liberados na atmosfera, estes gases podem ser convertidos quimicamente em poluentes secundários, como os ácidos sulfúrico e nítrico.

Mas, a chuva ácida pode ter uma causa natural ?

Sim, em algumas regiões localizadas, a chuva pode ser acidificada por emissões naturais provenientes da atividade geotérmica (vulcões e fontes termais), da queima de biomassa e através de processos metabólicos em algas, fitoplâncton e em algumas plantas presentes em ambientes marinhos, costeiros e continentais. Os oceanos e os litorais formados de pântanos salgados e manguezais são fontes expressivas de liberação de compostos ácidos para a atmosfera.

E como são formados os ácidos sulfúrico e nítrico?

Estes ácidos são formados na atmosfera através da oxidação fotoquímica dos gases SO2, NO e NO2 com radicais livres (principalmente o radical hidroxila -OH·) ou através da oxidação destes gases ácidos com o peróxido de hidrogênio (H2O2), com o ozônio (O3) ou com o oxigênio dissolvido no interior das nuvens, neblinas e na chuva, neste último caso, uma reação catalisada por metais traço com o Mn2+ , Fe2+ e Fe3+.

O alcance da chuva ácida
O dióxido de enxofre e os óxidos de nitrogênio, que são os principais gases formadores da chuva ácida, podem ser transportados até cerca de 3000 km de distância, dependendo do vento, da altura das chaminés das fábricas, da frequência das chuvas e das condições da atmosfera. A exportação das chuvas ácidas para regiões não produtoras de poluição foi a causa imediata para que o problema fosse avaliado à nivel internacional. O Brasil pode estar levando chuva ácida para o Uruguai, assim como os países da Europa Ocidental exportam acidez para a remota Escandinávia.

Chuva ácida é um fenômeno recente ?

Não. O termo chuva ácida foi cunhado por um químico, Robert Angus Smith, quando descrevia a poluição em Manchester, Inglaterra, há mais de um século. Entretanto, a nível mundial, a percepção da acidez da chuva só ocorreu a partir da década de 1950, quando diversos ecossistemas (lagos e florestas, principalmente) já estavam seriamente comprometidos. Esta percepção tardia deve-se ao fato de que os ambientes naturais possuem um longo tempo de resposta a agressões como a acidificação. A água e o solo possuem a capacidade de neutralizar adições de ácidos e bases, e só depois de esgotada esta capacidade é que o pH destes ambientes sofre mudanças bruscas e acentuadas.

Todas as regiões têm a mesma capacidade de neutralizar os ácidos ?

Não. Os ecossistemas terrestres e aquáticos possuem diferentes graus de sensitividade à deposição ácida. Esta vulnerabilidade depende da geologia do leito de rochas, do tipo de solo, do uso do solo e da precipitação que ocorre naquela área. Rochas como o calcário, fornecem altos níveis de alcalinidade e, portanto, uma grande capacidade para neutralizar níveis acentuados de acidez. Por outro lado, áreas sustentadas por rochas altamente silicosas como o granito, alguns gnaisses, quartzito e arenito possuem menor alcalinidade, sendo portanto muito mais sensíveis ou vulneráveis às cargas ácidas.

O que acontece quando esta capacidade de neutralização é esgotada ?

Quando o ambiente não consegue mais neutralizar a acidez que vem com a chuva, inicia-se um processo de degradação ambiental que vai desde a acidificação das águas e do solo, com sérios problemas de redução da biodiversidade e de alterações físico-químicas nestes ambientes, até a ocorrência de declínio de florestas e prejuízos à agricultura e à pesca. Além disso, a chuva ácida acelera a corrosão e desgaste de materiais e, no homem, o organismo pode ter suas funções comprometidas pelo acúmulo de metais pesados dissolvidos, trazidos pelas águas de chuva acidificadas.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre o solo e a vegetação?

A solubilidade de metais potencialmente tóxicos como o alumínio, manganês e cádmio é dependente do pH e aumenta rapidamente com a diminuição do pH da solução do solo. O alumínio é fitotóxico e causa prejuízos ao sistema de raízes, diminuindo a habilidade das plantas para absorver os nutrientes e a água do solo, afetando o crescimento das sementes e a decomposição do folhedo, e interagindo sinergisticamente com os ácidos para aumentar o prejuízo às plantas e aos ecossistemas aquáticos. Outro efeito líquido sobre a vegetação é a redução no seu crescimento ou, no pior caso, a morte, devido não só à lixiviação dos nutrientes como o magnésio e o potássio pelo percolado ácido, mas também por causas secundárias afetando a planta enfraquecida.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre os ecossistemas aquáticos ?

Um lago ou uma represa acidificados parecem limpos e cristalinos, mas não contém vida. Os seres vivos são afetados não só pela acidez da água em si, que interfere em seus processos fisiológicos, mas também pela solubilização e mobilização de metais tóxicos à vida aquática. Em geral, à medida que o pH da água se aproxima de 6,0, algumas espécies de crustáceos, insetos e plânctons começam a desaparecer. Em pH próximo a 5,0, ocorrem variações mais significativas na comunidade planctônica, algumas espécies de musgos e plânctons começam a proliferar e inicia-se uma progressiva perda de algumas populações de peixes menos tolerantes à acidez. Abaixo de pH 5,0, a água é relativamente desprovida de peixes, e o fundo do lago é recoberto com detritos orgânicos, já que as bactérias têm suas funções prejudicadas em ambientes ácidos, o que provoca uma redução na taxa de decomposição de matéria orgânica e um conseqüente aumento de detritos na água. A interferência na ciclagem de nutrientes é a principal conseqüência da alteração das comunidades de microdecompositores.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre os materiais?

A chuva ácida acelera a corrosão da maior parte dos materiais empregados na construção de edifícios, pontes, represas, equipamentos industriais, redes de canalização de água, depósitos de armazenamento subterrâneos, turbinas hidrelétricas e cabos elétricos e de telecomunicações. Pode também desgastar e descolorir monumentos antigos, prédios históricos, esculturas, ornamentos e outros objetos culturais importantes. A pintura dos automóveis, o concreto e o vidro das edificações também deterioram-se rapidamente com a acidez da chuva.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre a saúde?

Suspeita-se da existência de riscos indiretos para a saúde humana, causados por metais como chumbo, cobre, zinco, cádmio e mercúrio, liberados dos solos e sedimentos por causa do aumento da acidez. Esses metais podem atingir as águas subterrâneas, rios, lagos e correntes usadas para a provisão de água potável e ser introduzidos nas cadeias alimentares que chegam ao homem. Deste modo, o homem pode apresentar sérios problemas neurológicos após anos de ingestão de água de chuva não tratada ou através do peixe contaminado por metais pesados.

As soluções

 Incentivar o transporte coletivo.

 Utilizar metrôs em substituição à frota de ônibus a diesel.

 Incentivar a descentralização industrial.

 Dessulfurar os combustíveis com alto teor de enxofre antes da sua distribuição e consumo.

 Dessulfurar os gases de combustão nas indústrias antes do seu lançamento na atmosfera.

 Subsidiar a utilização de combustíveis limpos (gás natural, energia elétrica de origem hidráulica,energia solar e energia eólica) em fontes de poluição tipicamente urbanas como hospitais, lavanderias e restaurantes.

 Utilizar combustíveis limpos em veículos, indústrias e caldeiras.

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