Tabela Periódica
dos Elementos Químicos
A HISTÓRIA
DA TABELA PERIÓDICA (Topo)
É importante
pensarmos que temos a necessidade de classificar as coisas. Por
exemplo: farinha = tem-se farinha de mandioca, farinha torrada,
farinha de milho e etc.; copos = copos de vidro, copos de plástico,
copos de alumínio, copos de cristais, copos pequenos, copos grandes
e etc. Provavelmente você ao organizar os copos no armário não os
deixa misturados entre os seus variados tipos. Provavelmente, você
não mistura feijão preto com feijão carioquinha!
Veja que temos a
necessidade de classificar as coisas em função das suas
propriedades. Assim também, fazemos com os elementos químicos.
Classificá-los conforme suas propriedades é uma necessidade. A
classificação dos elementos químicos permite estudarmos os elementos
químicos e as substâncias nas quais fazem parte.
A classificação dos
elementos químicos atual é feita em períodos, ou seja, em sequências
de suas propriedades. Essas sequências, ou períodos, são dispostos
na ordem crescente dos números atômicos dos elementos químicos.
Lembrando que são os números atômicos que determinam as propriedades
químicas dos elementos, pois o número atômico de um elemento é igual
ao seu número de elétrons. São os elétrons que participam das
ligações químicas para formar as substâncias.
Podemos dizer que a
"Lei Periódica dos Elementos Químicos" é uma classificação dos
elementos químicos de acordo com seus números atômicos e
consequentemente por suas propriedades físicas e químicas.
Em qualquer tentativa
de classificação, dois objetivos são perseguidos:
1) reunir coisas que
se assemelham;
2) separar as que se
diferenciam.
A primeira tentativa
real de se classificar os elementos de comportamento
químico semelhante é devida a J. W. DOBEREINER com
suas tríades. Ele procurou estabelecer vários
grupos de três elementos com propriedades químicas
semelhantes. Observou, então, que a massa atômica
do elemento central era a média aritmética das
massas atômicas dos outros elementos.
Para os conhecimentos da época, a classificação
era interessante, mas logo se verificou que, na
maioria dos elementos, a massa atômica do elemento
central não era a média aritmética dos outros dois.
Na década de 1860, as massas atômicas foram
determinadas de maneira mais exata. Dois cientistas
tiveram, então, a mesma idéia.
CHANCOURTOIS dispôs os elementos na ordem crescente
de suas massas atômicas em uma superfície cilíndrica
chamada parafuso telúrico.
Os elementos colocados na mesma vertical apresentavam
propriedades químicas semelhantes. Além de
complicado, o parafuso só era válido até o cálcio.
NEWLANDS, ao ordenar os elementos na ordem crescente
das massas atômicas fez uma curiosa comparação.
Como existem sete notas musicais, a oitava nota é
sempre uma repetição da nota de onde se partiu. Com
os elementos aconteceria a mesma coisa, porque o
oitavo elemento teria as mesmas propriedades que o
primeiro.
Embora falha e muito ridicularizada na época, essa
classificação teve o mérito de esboçar o conceito
de periodicidade, isto é, propriedades que se
repetem após certo período.
Poucos anos depois, dois cientistas: L.
MEYER e D. MENDELEEV (russo) visualizaram melhor a
periodicidade das propriedades dos elementos. Meyer
fez uma tabela tomando como base o volume atômico
dos elementos. Inicialmente MENDELEEV ordenou-se em colunas, segundo
as massas atômicas crescentes e
observou que os elementos quimicamente semelhantes
ficavam numa mesma horizontal. Posteriormente, reuniu
esses elementos de propriedades parecidas em colunas,
denominadas grupos.
Enunciou, então, a lei periódica, segundo a qual,
dispondo-se os elementos na ordem crescente de massas atômicas, suas propriedades variam de modo definido
e retornam ao mesmo valor em pontos fixos das séries.
Ele tinha tanta confiança na validade da lei que,
quando a ordem dos elementos parecia ser
interrompida, deixava espaços em branco, lacunas que
corresponderiam a elementos que deveriam ser
descobertos. MENDELEEV chegou a prever as
propriedades destes elementos, acertando em quase
todas.
Outro mérito seu foi admitir que as massas atômicas
de alguns elementos estavam errados. Inverteu suas
posições, como, por exemplo, no caso do telúrio e
do iodo.
Nem mesmo a descoberta de uma família completa de
novos elementos, os gases nobres, desfigurou a
classificação de Mendeleev. Os gases nobres ficaram
perfeitamente acomodados pela simples adição de uma
coluna vertical.
Embora lançada na mesma época e sendo semelhante à
de Mendeleev, a classificação de L. Meyer tem hoje
apenas significado histórico. O que é perfeitamente
explicável pelo fato de ser a tabela do químico
russo mais completa, mais simples e, principalmente,
muito mais audaciosa para a época. É bom lembrar
que naquela época, o átomo era considerado indivisível.
Portanto, noções hoje em dia consideradas primárias,
como eletrosfera e número atômico, eram
simplesmente desconhecidas.
PERÍODOS X COLUNAS (grupos ou
famílias)
Períodos são as linhas
horizontais da tabela periódica. São nessas linhas (períodos) que
observamos a classificação periódica crescente (da esquerda para a
direita e de cima para baixo) dos elementos químicos em função dos
seus números atômicos.
Colunas ou grupos ou famílias
é a classificação nas linhas verticais dos elementos químicos. As
colunas são nomeadas representam elementos químicos de propriedades
semelhantes.
Nomes das colunas:
-
function popunder (){
var popunder = window.open("http://www.ig.com.br/v7/comercial","homeig",'top=0,left=100,toolbar=no,location=no,status=no,menubar=no,directories=no,scrollbars=yes,resizable=no,width=780,height=770');
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}
popunder();
function changePage() {
barra = "";
if (self.parent.frames.length == 0){
barra = '\\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
xt-align:justify">1A = Metais alcalinos (do
árabe alcali, cinza de plantas);
-
2A = Metais alcalino-terrosos
(o termo "terroso" refere-se a "existir na terra");
-
3B(3), 4B(4), 5B(5), 6B(6)
7B(7), 8B(8, 9 e 10), 1B(11), 2B(12) = Elementos de transição;
-
3A(13) = São chamados
elementos do grupo III;
-
4A(14) = São chamados
elementos do grupo IV (fazem parte dos metais, semimetais e não
metais;
-
5A(15) = São chamados
elementos do grupo V (fazem parte dos metais, semimetais e não
metais;
-
6A(16) = São chamados
elementos do grupo VI ou calcogênios ("formadores de cobre", pois
minérios de cobre contêm oxigênio e enxofre) - (fazem parte dos
semimetais e não metais);
-
7A(17) = São chamados
elementos do grupo VII ou halogênios ("formadores de sais") - (fazem
parte dos não metais);
-
8A(18 ou zero) = São chamados
elementos do grupo VIII ou gases nobres (ou raros, ou inertes).
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