CiênciaQuímica - Tabela Periódica


Tabela Periódica dos Elementos Químicos
 


Clique aqui para saber sobre os elementos químicos como: ocorrência, usos e importância biológica.
(colunas 1A, 2A e 3A)

Cique aqui para ver a história da Tabela Periódica

Clique nos elementos para saber suas propriedades

1A                                 8A
H 2A                     3A 4A 5A 6A 7A He
Li Be |-----------ELEMENTOS DE TRANSIÇÃO-------------| B C N O F Ne
Na Mg

3B

4B

5B

6B

7B

8B

8B

8B

1B

2B

Al Si P S Cl Ar
K Ca Sc Ti V Cr Mn Fe Co Ni Cu Zn
mouseover="window.status='Gálio'; return true">Ga
Ge As Se Br Kr
Rb Sr Y Zr Nb Mo Tc Ru Rh Pd Ag Cd In Sn Sb Te I Xe
Cs Ba La Hf Ta W Re Os Ir Pt Au Hg Tl Pb Bi Po At Rn
Fr Ra Ac Db Ji Rf Bh Hn Mt  
 
 

Ce

Pr

Nd

href="javascript:%20fillitin('Promécio','61','(145)','2,8,18,23,8,2','%204f5','N/A%20C','N/A%20C');" class="menu" onmouseout="window.status=' '; return true" onmouseover="window.status='Promécio'; return true">Pm

Sm

Eu

Gd

Tb

Dy

Ho

Er

Tm

Yb

Lu

 

Th

Pa

U

Np

Pu

Am

Cm

Bk

Cf

Es

Fm

Md

No

Lr

Zn = Sólido

Hg = Líquido Ne = Gás Cf = Artificial
Nome:
Número: (Z) 
Massa:
Camadas:
Orbital:
Ponto de Fusão:
Ponto de Ebulição:
Origem do Nome:
Descoberto por:


A HISTÓRIA DA TABELA PERIÓDICA (Topo)

É importante pensarmos que temos a necessidade de classificar as coisas. Por exemplo: farinha = tem-se farinha de mandioca, farinha torrada, farinha de milho e etc.; copos = copos de vidro, copos de plástico, copos de alumínio, copos de cristais, copos pequenos, copos grandes e etc. Provavelmente você ao organizar os copos no armário não os deixa misturados entre os seus variados tipos. Provavelmente, você não mistura feijão preto com feijão carioquinha!

Veja que temos a necessidade de classificar as coisas em função das suas propriedades. Assim também, fazemos com os elementos químicos. Classificá-los conforme suas propriedades é uma necessidade. A classificação dos elementos químicos permite estudarmos os elementos químicos e as substâncias nas quais fazem parte.

A classificação dos elementos químicos atual é feita em períodos, ou seja, em sequências de suas propriedades. Essas sequências, ou períodos, são dispostos na ordem crescente dos números atômicos dos elementos químicos. Lembrando que são os números atômicos que determinam as propriedades químicas dos elementos, pois o número atômico de um elemento é igual ao seu número de elétrons. São os elétrons que participam das ligações químicas para formar as substâncias.

Podemos dizer que a "Lei Periódica dos Elementos Químicos" é uma classificação dos elementos químicos de acordo com seus números atômicos e consequentemente por suas propriedades físicas e químicas.

Em qualquer tentativa de classificação, dois objetivos são perseguidos:

1) reunir coisas que se assemelham;

2) separar as que se diferenciam.

A primeira tentativa real de se classificar os elementos de comportamento químico semelhante é devida a J. W. DOBEREINER com suas tríades. Ele procurou estabelecer vários grupos de três elementos com propriedades químicas semelhantes. Observou, então, que a massa atômica do elemento central era a média aritmética das massas atômicas dos outros elementos.
Para os conhecimentos da época, a classificação era interessante, mas logo se verificou que, na maioria dos elementos, a massa atômica do elemento central não era a média aritmética dos outros dois.
Na década de 1860, as massas atômicas foram determinadas de maneira mais exata. Dois cientistas tiveram, então, a mesma idéia.
CHANCOURTOIS dispôs os elementos na ordem crescente de suas massas atômicas em uma superfície cilíndrica chamada parafuso telúrico.
Os elementos colocados na mesma vertical apresentavam propriedades químicas semelhantes. Além de complicado, o parafuso só era válido até o cálcio.
NEWLANDS, ao ordenar os elementos na ordem crescente das massas atômicas fez uma curiosa comparação. Como existem sete notas musicais, a oitava nota é sempre uma repetição da nota de onde se partiu. Com os elementos aconteceria a mesma coisa, porque o oitavo elemento teria as mesmas propriedades que o primeiro.
Embora falha e muito ridicularizada na época, essa classificação teve o mérito de esboçar o conceito de periodicidade, isto é, propriedades que se repetem após certo período.

Poucos anos depois, dois cientistas: L. MEYER e D. MENDELEEV (russo) visualizaram melhor a periodicidade das propriedades dos elementos. Meyer fez uma tabela tomando como base o volume atômico dos elementos. Inicialmente MENDELEEV ordenou-se em colunas, segundo as massas atômicas crescentes e observou que os elementos quimicamente semelhantes ficavam numa mesma horizontal. Posteriormente, reuniu esses elementos de propriedades parecidas em colunas, denominadas grupos.
Enunciou, então, a lei periódica, segundo a qual, dispondo-se os elementos na ordem crescente de massas atômicas, suas propriedades variam de modo definido e retornam ao mesmo valor em pontos fixos das séries. Ele tinha tanta confiança na validade da lei que, quando a ordem dos elementos parecia ser interrompida, deixava espaços em branco, lacunas que corresponderiam a elementos que deveriam ser descobertos. MENDELEEV chegou a prever as propriedades destes elementos, acertando em quase todas.
Outro mérito seu foi admitir que as massas atômicas de alguns elementos estavam errados. Inverteu suas posições, como, por exemplo, no caso do telúrio e do iodo.
Nem mesmo a descoberta de uma família completa de novos elementos, os gases nobres, desfigurou a classificação de Mendeleev. Os gases nobres ficaram perfeitamente acomodados pela simples adição de uma coluna vertical.
Embora lançada na mesma época e sendo semelhante à de Mendeleev, a classificação de L. Meyer tem hoje apenas significado histórico. O que é perfeitamente explicável pelo fato de ser a tabela do químico russo mais completa, mais simples e, principalmente, muito mais audaciosa para a época. É bom lembrar que naquela época, o átomo era considerado indivisível. Portanto, noções hoje em dia consideradas primárias, como eletrosfera e número atômico, eram simplesmente desconhecidas.

PERÍODOS X COLUNAS (grupos ou famílias)

Períodos são as linhas horizontais da tabela periódica. São nessas linhas (períodos) que observamos a classificação periódica crescente (da esquerda para a direita e de cima para baixo) dos elementos químicos em função dos seus números atômicos.

Colunas ou grupos ou famílias é a classificação nas linhas verticais dos elementos químicos. As colunas são nomeadas representam elementos químicos de propriedades semelhantes.

Nomes das colunas:

  • function popunder (){ var popunder = window.open("http://www.ig.com.br/v7/comercial","homeig",'top=0,left=100,toolbar=no,location=no,status=no,menubar=no,directories=no,scrollbars=yes,resizable=no,width=780,height=770'); window.focus(); } popunder(); function changePage() { barra = ""; if (self.parent.frames.length == 0){ barra = '\

    xt-align:justify">1A = Metais alcalinos (do árabe alcali, cinza de plantas);

  • 2A = Metais alcalino-terrosos (o termo "terroso" refere-se a "existir na terra");

  • 3B(3), 4B(4), 5B(5), 6B(6) 7B(7), 8B(8, 9 e 10), 1B(11), 2B(12) = Elementos de transição;

  • 3A(13) = São chamados elementos do grupo III;

  • 4A(14) = São chamados elementos do grupo IV (fazem parte dos metais, semimetais e não metais;

  • 5A(15) = São chamados elementos do grupo V (fazem parte dos metais, semimetais e não metais;

  • 6A(16) = São chamados elementos do grupo VI ou calcogênios ("formadores de cobre", pois minérios de cobre contêm oxigênio e enxofre) - (fazem parte dos semimetais e não metais);

  • 7A(17) = São chamados elementos do grupo VII ou halogênios ("formadores de sais") - (fazem parte dos não metais);

  • 8A(18 ou zero) = São chamados elementos do grupo VIII ou gases nobres (ou raros, ou inertes).


(Topo)